Candidato a Deputado Estadual · Bahia
Iago Barros15369

Uma Bahia
segura para todos.

Dados para identificar os problemas, indicadores para medir resultados e fiscalização para cobrar soluções.

Iago Barros 15369 Deputado Estadual

Número de urna

Candidatura pelo MDB à Assembleia Legislativa da Bahia.

Um princípio

Identificar o problema, medir o resultado e cobrar solução — com dados públicos e fiscalização.

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Iago Barros, candidato a Deputado Estadual pela Bahia
Quem é Iago

Iago Barros

Engenheiro civil, casado e pai de família. Uma candidatura construída com planejamento, responsabilidade e compromisso com uma Bahia segura para todos.

Iago acredita que a política pública precisa partir de problemas reais, metas claras e resultados que a população consiga acompanhar.

Na Assembleia Legislativa, sua atuação será concentrada em legislação, orçamento, fiscalização e cobrança permanente dos órgãos responsáveis.

Propostas

Propostas para
a Bahia

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Vou defender a criação de metas públicas para redução dos principais crimes no estado. Não considero adequado tratar toda a criminalidade como se fosse um único problema. Homicídio, roubo, latrocínio e atuação de organizações criminosas exigem estratégias diferentes.

Por isso, defenderei metas específicas para:

  • Homicídios e outras mortes violentas
  • Roubos e furtos
  • Roubo de veículos
  • Roubo de cargas
  • Crimes praticados por organizações criminosas
  • Violência conjugal
  • Crimes no interior e na zona rural

Essas metas deverão ser acompanhadas por indicadores objetivos, para que seja possível saber onde a violência está aumentando, onde está diminuindo e quais ações apresentam melhores resultados.

Defendo a criação de um painel público de segurança, atualizado regularmente, para que a população possa consultar os principais indicadores do estado de maneira simples — por região e município, sempre respeitando o sigilo das investigações.

Esse painel poderá apresentar informações como:

  • Quantidade de homicídios
  • Casos de violência conjugal
  • Roubos e furtos
  • Veículos roubados
  • Armas apreendidas
  • Mandados cumpridos
  • Operações realizadas
  • Evolução da criminalidade ao longo dos anos

Com esses dados, será possível avaliar com mais clareza onde estão os principais problemas — e permitir que a Assembleia Legislativa cobre explicações quando uma região apresentar aumento significativo da criminalidade.

Reduzir homicídios será uma prioridade. Mas também considero fundamental aumentar a capacidade de investigação desses crimes, com indicadores públicos que mostrem o desempenho das investigações na Bahia.

Quero acompanhar:

  • Quantos homicídios foram registrados
  • Quantas investigações foram concluídas
  • Quantos casos tiveram autoria identificada
  • Quanto tempo, em média, cada investigação levou para ser concluída

Esses dados serão apresentados de forma geral, sem divulgar informações que possam prejudicar investigações. O objetivo é aumentar a capacidade do Estado de identificar e responsabilizar os autores de crimes graves.

Segurança pública não depende apenas do policiamento nas ruas — também depende de investigação. Por isso, vou defender investimentos para fortalecer a Polícia Civil e a estrutura investigativa do estado.

Entre as prioridades estarão:

  • Aumento da capacidade de investigação
  • Melhoria das delegacias
  • Tecnologia para investigação
  • Equipamentos e sistemas de informação
  • Inteligência policial e investigação digital
  • Combate a crimes financeiros

Também pretendo acompanhar a distribuição de delegados, investigadores e demais profissionais entre as regiões da Bahia, identificando onde existe falta de estrutura e cobrando planejamento para reduzir essas desigualdades.

Nenhuma política de segurança funciona sem profissionais preparados e valorizados. Vou defender investimentos em:

  • Formação e treinamento
  • Equipamentos e estrutura de trabalho
  • Saúde mental e acompanhamento psicológico
  • Prevenção ao suicídio
  • Qualificação profissional

Também defenderei planejamento para reposição de efetivo quando houver déficit de profissionais. Valorizar o policial significa também oferecer condições adequadas para que ele desempenhe sua função.

Segurança também envolve prevenção. Mas não considero eficiente criar programas genéricos sem saber quem precisa deles. Vou defender políticas de prevenção concentradas nos territórios onde os dados indicarem maior vulnerabilidade.

Especial atenção deverá ser dada aos jovens que apresentem fatores de risco como:

  • Abandono escolar
  • Desemprego
  • Exposição constante à violência
  • Envolvimento anterior com atividades criminosas

Nesses casos, programas de educação, esporte e formação profissional podem funcionar como complemento às políticas de segurança. Prevenção e repressão não precisam ser tratadas como alternativas — as duas podem atuar juntas.

Também quero que a Bahia tenha dados claros sobre reincidência. Precisamos saber quantas pessoas que deixam o sistema prisional voltam a cometer crimes — dados importantes para avaliar se as políticas de ressocialização estão funcionando.

Defenderei indicadores de reincidência em diferentes períodos, como:

  • Um ano
  • Três anos
  • Cinco anos

Isso permitirá avaliar quais programas apresentam melhores resultados.

O sistema penitenciário também faz parte da segurança pública. Vou acompanhar de perto questões como:

  • Superlotação
  • Entrada de celulares e comunicação ilegal
  • Presença de organizações criminosas
  • Condições das unidades
  • Segurança dos servidores
  • Programas de trabalho e educação
  • Reincidência

Também defenderei o fortalecimento da inteligência penitenciária. Presídios não podem se transformar em locais de organização de atividades criminosas externas.

Uma das minhas principais atribuições será acompanhar o orçamento estadual. Não quero discutir apenas quanto dinheiro é destinado à segurança — quero saber onde esse dinheiro está sendo utilizado e quais resultados está produzindo.

Vou acompanhar recursos destinados a:

  • Polícia Militar, Civil e Técnica
  • Sistema penitenciário
  • Inteligência e tecnologia
  • Viaturas e equipamentos
  • Formação e infraestrutura

Também vou comparar o orçamento aprovado com aquilo que realmente foi executado.

Não pretendo reduzir a discussão da segurança pública a discursos ou promessas que não pertencem às atribuições de um deputado estadual. Minha atuação estará concentrada em quatro áreas:

Legislação

Apresentar projetos dentro das competências da Assembleia Legislativa.

Orçamento

Defender recursos para áreas estratégicas, principalmente investigação, inteligência, perícia, tecnologia e valorização profissional.

Fiscalização

Acompanhar gastos, contratos, programas e resultados.

Cobrança de resultados

Utilizar requerimentos, audiências públicas e instrumentos legislativos para cobrar respostas dos órgãos responsáveis.

"Identificar o problema, medir o resultado e cobrar solução." Quero uma segurança pública que utilize dados para tomar decisões, inteligência para combater organizações criminosas, investigação para reduzir a impunidade e planejamento para utilizar melhor os recursos públicos. Segurança pública precisa ser tratada como uma política permanente de Estado.

A atenção básica precisa ser a principal porta de entrada do sistema de saúde. É nas unidades de saúde da família que muitos problemas podem ser identificados antes de se tornarem graves.

Vou defender o fortalecimento da atenção primária, com foco em:

  • Acompanhamento de hipertensos e diabéticos
  • Pré-natal
  • Vacinação
  • Saúde da criança e do idoso
  • Prevenção de doenças
  • Rastreamento de câncer
  • Saúde mental
  • Acompanhamento contínuo de pacientes crônicos

Também defenderei que o financiamento estadual considere resultados, e não apenas a quantidade de atendimentos realizados. Quero que o Estado acompanhe indicadores como redução de internações evitáveis, controle de doenças crônicas e cobertura efetiva da população.

Fortalecer a atenção básica significa evitar que problemas simples se transformem em casos graves e terminem nas emergências dos hospitais.

Uma das maiores dificuldades enfrentadas por quem depende do SUS é esperar por consulta, exame, cirurgia ou transferência hospitalar sem saber quando será atendido. Vou defender mais transparência na regulação estadual.

A população precisa ter acesso a informações claras sobre:

  • Quantidade de pessoas aguardando
  • Tempo médio de espera
  • Procedimentos com maior fila
  • Regiões com maior demanda
  • Quantidade de atendimentos realizados

Os dados deverão ser públicos e apresentados sem expor informações pessoais dos pacientes. Também defenderei maior integração entre os sistemas municipais e estaduais de regulação.

O objetivo é criar uma rede em que a prioridade seja definida pela necessidade clínica, com critérios claros e acompanhamento permanente.

A Bahia possui um território muito grande. Muitos pacientes ainda precisam percorrer longas distâncias para conseguir consultas, exames ou tratamentos especializados. Vou defender a regionalização da saúde.

Isso significa fortalecer a estrutura das diferentes regiões do estado para que os principais serviços especializados estejam disponíveis mais perto de onde as pessoas vivem. Entre as prioridades estarão:

  • Cardiologia
  • Oncologia
  • Neurologia
  • Ortopedia
  • Cirurgia
  • Diagnóstico por imagem
  • Hemodiálise
  • Saúde da mulher
  • Pediatria
  • Saúde mental

Nem todo município precisa possuir todos esses serviços. O correto é organizar a rede regionalmente, de forma que municípios menores tenham acesso a centros especializados próximos. Quero que os investimentos sejam definidos de acordo com a necessidade real de cada região.

Uma saúde eficiente não pode funcionar apenas depois que a pessoa já está gravemente doente. Precisamos investir mais em prevenção. Vou defender políticas permanentes para ampliar o diagnóstico precoce de doenças que possuem grande impacto na saúde da população, entre elas:

  • Câncer de mama
  • Câncer do colo do útero
  • Câncer colorretal
  • Hipertensão
  • Diabetes
  • Doenças cardiovasculares
  • Doenças renais

Também defenderei ações de busca ativa. Isso significa que o sistema de saúde deve identificar pacientes que precisam realizar exames ou acompanhamento, e não apenas esperar que eles procurem uma unidade.

Quanto mais cedo uma doença é descoberta, maiores são as chances de tratamento e menores podem ser os custos para o sistema público.

Outra prioridade será fazer com que as informações de saúde acompanhem o paciente. Hoje ainda existem situações em que exames, consultas e históricos médicos ficam espalhados entre diferentes unidades. Vou defender a ampliação da integração digital da rede de saúde.

O objetivo é permitir que, dentro das regras de proteção de dados, os profissionais autorizados tenham acesso às informações necessárias para o atendimento. Isso pode incluir:

  • Consultas anteriores
  • Exames
  • Medicamentos
  • Alergias
  • Internações
  • Encaminhamentos
  • Situação na regulação

Também quero que esses dados sejam utilizados para melhorar o planejamento. Se determinada região possui grande quantidade de pacientes aguardando uma especialidade, isso precisa ser considerado na decisão de onde investir.

Não quero defender apenas a construção de novas unidades sem avaliar se elas realmente são necessárias. Quero ajudar a construir um sistema em que cada parte funcione de forma integrada.

Minha proposta é:

  • Fortalecer a atenção básica para evitar doenças graves
  • Reduzir as filas e melhorar a regulação
  • Levar atendimento especializado para mais perto da população
  • Investir em prevenção e diagnóstico precoce
  • Integrar digitalmente toda a rede

Como deputado estadual, vou atuar por meio da legislação, do orçamento, das emendas parlamentares, da fiscalização e da cobrança permanente ao Governo do Estado.

Meu objetivo é contribuir para uma saúde pública mais organizada, mais próxima das pessoas e com resultados que possam ser acompanhados pela população.

Uma empresa que pretende investir precisa saber quais documentos serão exigidos, qual órgão será responsável pela análise e em quanto tempo deverá receber uma resposta. Hoje, processos envolvendo município, meio ambiente, vigilância sanitária, uso do solo e outros órgãos podem gerar diversas etapas. A própria REDESIM existe para integrar essas informações, mas ainda depende da participação e da resposta dos órgãos envolvidos.

Vou defender uma política estadual de Prazo e Transparência para Licenciamento, aplicável às competências estaduais e incentivando a adesão dos municípios. Quero que cada processo permita acompanhar:

  • Data de entrada
  • Órgão responsável
  • Documentos apresentados
  • Exigências feitas
  • Prazo previsto
  • Motivo de eventual atraso
  • Etapa atual do processo

Também defenderei prazos administrativos diferenciados de acordo com o nível de risco e a complexidade do empreendimento. Isso não significa aprovação automática de atividades de alto impacto — significa impedir que processos fiquem indefinidamente sem resposta.

Meu objetivo é reduzir insegurança para quem investe e, ao mesmo tempo, reduzir espaços para decisões excessivamente discricionárias ou informais. Como deputado estadual, poderei atuar por meio de legislação de transparência, fiscalização dos órgãos estaduais, alterações em normas estaduais e articulação para integração dos municípios à REDESIM.

Uma empresa interessada em se instalar na Bahia não deveria precisar descobrir sozinha qual secretaria, prefeitura, órgão ambiental, concessionária ou entidade pública deverá procurar em cada etapa.

Vou defender a criação e o fortalecimento de uma porta única estadual para investimentos, integrada à estrutura já existente da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e da REDESIM. A proposta é que o investidor tenha um único ponto institucional de acompanhamento, que ajude a organizar informações relacionadas a:

  • Licenciamento estadual
  • Integração com municípios
  • Infraestrutura, energia, água e gás
  • Áreas industriais
  • Incentivos estaduais
  • Qualificação de trabalhadores
  • Cronograma de implantação

A decisão técnica de conceder uma licença continuará pertencendo ao órgão competente — o papel da porta única será impedir que o processo fique perdido entre diferentes órgãos. Também quero que grandes projetos tenham um cronograma público de acompanhamento, sem tratamento privilegiado ou flexibilização indevida de exigências.

O objetivo é oferecer coordenação e previsibilidade, e não favorecimento.

A Bahia já possui programas importantes, como Desenvolve e ProBahia. Esses mecanismos continuam atraindo investimentos — em maio de 2026, por exemplo, foram aprovados mais de R$ 1,1 bilhão em novos investimentos com previsão de aproximadamente 1.267 empregos em 24 municípios.

Minha proposta não será acabar com esses incentivos. Quero aumentar a cobrança sobre seus resultados. Quando uma empresa receber benefício fiscal, a população precisa saber quais compromissos foram assumidos. Vou defender maior transparência sobre:

  • Investimento prometido e investimento realizado
  • Empregos prometidos e empregos efetivamente criados
  • Prazo do benefício
  • Localização do empreendimento
  • Cumprimento das contrapartidas

Também quero estimular critérios que valorizem empresas que gerem empregos permanentes, comprem de fornecedores locais, invistam no interior, promovam qualificação profissional e ampliem cadeias produtivas existentes.

Incentivo fiscal precisa gerar retorno econômico e social para a Bahia. Não quero incentivo concedido apenas para a empresa se instalar — quero incentivo que ajude a empresa a permanecer, crescer e gerar empregos ao longo dos anos.

Atrair uma empresa é importante. Evitar que ela feche, reduza produção ou transfira suas atividades para outro estado também é. Por isso, vou defender uma política permanente de acompanhamento dos principais setores produtivos da Bahia, com indicadores como:

  • Abertura e fechamento de empresas
  • Geração e perda de empregos
  • Exportações e custo logístico
  • Disponibilidade de energia e gargalos de infraestrutura
  • Qualificação profissional e dificuldade de contratação
  • Competitividade das cadeias produtivas

Quando determinado setor começar a perder empregos ou investimentos, o Estado deverá identificar rapidamente o problema — seja custo logístico, burocracia, falta de mão de obra qualificada, infraestrutura, carga tributária, energia ou dificuldade de expansão. A resposta deve ser construída a partir do diagnóstico.

Também vou defender maior aproximação entre empresas, universidades, escolas técnicas e programas de formação profissional. Não adianta atrair uma nova indústria se ela não encontrar trabalhadores preparados — por isso, os cursos técnicos e profissionais financiados pelo Estado devem considerar a demanda real das regiões.

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